TRÊS LAGOAS
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Brasil é o 2º no ranking mundial que mais recebe investimentos estrangeiros

Publicados

BRASIL

O Brasil se tornou o segundo país no mundo que mais recebe investimentos estrangeiros diretos, de acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em 2023, entraram US$ 64 bilhões no país. Nesse montante, estão incluídos processos de M&A – isto é, fusões e aquisições.

Para o consultor empresarial Leonardo Grisotto, chama a atenção o apetite de corporações dos Estados Unidos e da China. Grisotto é cofundador e sócio-diretor da Zaxo, boutique de M&A (Mergers and Acquisitions), empresa especializada em oferecer assessoria customizada a organizações interessadas em comprar e àquelas dispostas a serem vendidas.

Leonardo Grisotto

Em sua avaliação, mesmo com a conjuntura global instável em razão de conflitos bélicos – como o entre Rússia e Ucrânia e o entre Israel e o Hamas, no Oriente Médio – o mercado internacional de M&A está aquecido. Aliás, justamente pela busca por protagonismo no cenário mundial é que Estados Unidos e China assumem a dianteira nesse movimento de fusões e aquisições de grupos locais.

“O Brasil é um mercado em potencial. Isso desperta o interesse de corporações desses dois atores geopolíticos, Estados Unidos e China. A tendência é a de se intensificarem movimentos de empresas norte-americanas e chinesas por fusões e aquisições em terras tupiniquins”, assinala Grisotto.

Leia Também:  Relator do Orçamento diz que Bolsa Família de R$ 600 está pacificado: “Vamos ter que atender”

Empresas de um amplo rol de atividades econômicas entram no radar. Agronegócio, setor de infraestrutura, como construção civil, saneamento básico e concessionárias de serviços públicos; e segmentos industriais, como o farmacêutico e outros, podem ser citados entre os principais, observa o sócio-diretor da Zaxo.

De acordo com relatório divulgado em março pela consultoria PwC Brasil, em 2024 as fusões e aquisições no país devem crescer em relação a 2023. Só no primeiro mês do ano, pelo menos 85 delas foram mapeadas pela PwC Brasil. Outro levantamento, da M&A Community, aponta outras 63 fusões e aquisições no Brasil, compiladas em um período entre 20 de março e 3 de abril último.

As organizações brasileiras dispostas a se colocarem na vitrine devem se preparar para uma eventual fusão ou aquisição. Nesse sentido, torna-se indispensável o trabalho de boutiques de M&A, como a Zaxo. A assessoria especializada aplica metodologia para preparar o negócio para a venda, melhorando a percepção de valor no mercado e auxiliando inclusive no processo de incorporação ao comprador.

Leia Também:  BOA FORMA: Web pira com atributo físico de Lula e provoca Bolsonaro

“Um processo de M&A envolve dois lados – o da corporação que age para comprar (buy-side) e o da empresa que se coloca para ser vendida (sell-side). Os dois lados precisam de uma assessoria profissional e personalizada, para uma relação ganha-ganha”, orienta Grisotto.

MAIS INFORMAÇÕES

Sobre Leonardo Grisotto: https://www.linkedin.com/in/leogrisotto/.

Sobre a Zaxo: https://www.zaxogroup.com/.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

Projeto de MS apoiado pela Fundect representa o Brasil em evento nos Estados Unidos

Publicados

em

Um projeto inovador desenvolvido por estudantes e professores do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) foi selecionado para representar o Brasil na Regeneron International Science and Engineering Fair (ISEF), a maior feira pré-universitária de ciência e engenharia do mundo, que ocorrerá de 10 a 16 de maio em Columbus, Ohio (EUA).

A pesquisa, que propõe o uso de espectroscopia infravermelha para identificar fungos em pastagens do cerrado sul-mato-grossense, foi contemplada pelo Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (PICTEC), uma iniciativa da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (Fundect) que apoia projetos científicos em escolas públicas do estado.

O projeto do IFMS, intitulado “Espectroscopia infravermelha por transformada de Fourier como ferramenta para identificação de fungos em pastagens no cerrado sul-mato-grossense”, é coordenado pela professora Grazieli Suszek e desenvolvido pelos estudante José Vitor Balasso e Tailaine Gomes Lima, do curso técnico integrado em Agropecuária do Campus Nova Andradina. A pesquisa busca inovar na detecção de fungos, contribuindo para o manejo agrícola da região.

Leia Também:  Presidente decreta luto oficial de três dias em razão da morte de Silvio Santos

A participação na ISEF representa não apenas o reconhecimento do trabalho desenvolvido, mas também a importância do apoio institucional proporcionado por programas como o PICTEC, que incentivam a iniciação científica e tecnológica desde a educação básica, promovendo o desenvolvimento de talentos e a valorização da ciência em Mato Grosso do Sul.

O que é o PICTEC?

O PICTEC é um programa da Fundect, vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), que visa despertar a vocação científica e tecnológica entre estudantes e professores do ensino médio da Rede Estadual de Ensino, do Instituto Federal e do Colégio Militar de Mato Grosso do Sul.

Na sua quarta edição, o programa ampliou o número de projetos contemplados, passando de 200 para 250, totalizando até 1.250 bolsas distribuídas entre professores e alunos.

Cada projeto é coordenado por um professor que recebe uma bolsa mensal de R$ 800 e pode orientar até quatro estudantes, cada um com bolsa de R$ 400 mensais, durante 12 meses. As áreas de pesquisa abrangem temas como Agronegócio, Bioeconomia, Biotecnologia, Cidades Inteligentes, Energias Renováveis, Biodiversidade, Saúde Animal, Saúde Humana, Tecnologias Sociais e Assistivas.

Leia Também:  Agentes de IA: Como o mundo empresarial pode se beneficiar desses “trabalhadores virtuais autônomos”

Maristela Cantadori, Comunicação Fundect
*com informações do IFMS

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

TRÊS LAGOAS MS

MATO GROSSO DO SUL

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA