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Senai MS imprime maquete 3D do Bioparque Pantanal para experiência tátil com deficientes visuais

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A experiência tátil é uma das ferramentas de inclusão e acessibilidade para deficientes visuais que visitam o Bioparque Pantanal. A partir de agora, graças à parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem (Senai MS), uma maquete do maior aquário de água doce do mundo, impressa em 3D, está disponível no “Espaço Biotátil” do ponto turístico.

Com o toque das mãos, os visitantes poderão explorar ainda mais o local e conhecer os detalhes do empreendimento por meio das texturas e formas da impressão. O servidor público Richard Rannier foi um dos primeiros a conhecer a nova maquete. Ele disse que gostou muito da experiência de conhecer a estrutura do local: “Pude entender com precisão a forma externa da construção”.

Richard também destacou o fato de a equipe trabalhar com alegria e entusiasmo. “É muito bacana encontrar pessoas que trabalham em algo de que gostam”.

Experiência tátil é oferecida para pessoas cegas e deficientes visuais no Bioparque (Foto: Lara Miranda)

A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, falou sobre a parceria com o Senai MS e o que a maquete representa para o trabalho de inclusão realizado no empreendimento.

“Agradecemos a todos os envolvidos na criação da maquete, que, de certa forma, contribuiu para um Bioparque verdadeiramente para todos. Esse recurso garantirá que todos possam se conectar com a beleza arquitetônica do local, independentemente de suas habilidades visuais”.

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Além da maquete em 3D, o “Espaço Biotátil” possibilita que deficientes visuais conheçam, pelo tato, diferentes espécies de animais e elementos que compõem a cenografia dos tanques. O local conta com animais taxidermizados, como piranhas, jacarés e cobras.

O diretor regional do Senai MS, Rodolfo Mangialardo, também destacou a importância da parceria e de poder contribuir com a inclusão, fazendo a diferença na experiência de cada visitante.

“Para nós, é uma oportunidade fantástica fazer parte disso. Quero agradecer a oportunidade de estar junto do Bioparque e do Governo do Estado, fazendo algo simples, mas que faça a diferença durante a visita, garantindo que as pessoas deficientes visuais possam sentir onde estão”.

Rosana Moura, Comunicação Bioparque Pantanal
Fotos: Lara Miranda

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Cidadania sem barreiras: Posto do Pátio Central vira referência nacional no atendimento a autistas

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Emissão de documento parece burocracia, mas para uma pessoa com autismo e sua família, o ambiente de um posto de identificação pode ser um campo de batalha sensorial: luzes fortes, barulho, filas e o toque da biometria. No coração de Campo Grande, o Governo de MS decidiu mudar essa regra.

O posto do Pátio Central, que lidera o volume de emissões no Estado (com mais de 134 mil documentos expedidos), celebra o sucesso da sala “Posto Amigo do Autista”. O resultado? Quase 20% de todas as Carteiras de Identidade Nacional (CIN) com símbolo de TEA em Mato Grosso do Sul saíram de lá.

Inclusão que vai além da placa na porta

O projeto não foi apenas “colocar um adesivo”. Com um investimento de R$ 82 mil via Sejusp, a estrutura foi desenhada para o que realmente importa:

  • Conforto Sensorial: Isolamento acústico e iluminação reduzida para evitar crises.

  • Previsibilidade: Recursos táteis e ambiente controlado para que o atendimento flua sem ansiedade.

  • Capacitação Humana: Servidores treinados para entender as particularidades do espectro, garantindo que a coleta da biometria seja concluída com sucesso.

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O fim das remarcações

Antes da sala adaptada, era comum que atendimentos para pessoas com TEA precisassem ser remarcados ou feitos em domicílio devido ao estresse do ambiente. Hoje, essas situações tornaram-se exceção.

“A emissão de um documento representa pertencimento e acesso a direitos. Quando o Estado adapta o serviço à realidade do cidadão, ele está garantindo o exercício pleno da cidadania”, destaca a gestão da Polícia Científica.

MS na vanguarda da Identificação

Com mais de 13 mil documentos emitidos em MS com algum tipo de identificação de deficiência, o TEA lidera as solicitações. O modelo do Pátio Central prova que eficiência (500 atendimentos/dia) pode — e deve — caminhar junto com a humanização.

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