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A Logística Secreta da Educação: Como o MS Garante que Todo Material Chegue nas Escolas
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O governador Eduardo Riedel e o Secretário de Educação, Hélio Daher, visitaram a Central de Processamento e Distribuição da Rede Estadual de Ensino (REE) em Campo Grande. Essa Central é o coração da logística que garante que todos os materiais, desde lápis e uniformes até equipamentos de informática e ônibus escolares, cheguem às 352 escolas estaduais de Mato Grosso do Sul, atendendo mais de 200 mil alunos.
O objetivo é mostrar que a qualidade da educação não depende só do professor, mas de uma estrutura eficiente que apoia o dia a dia das escolas.
Destaques Principais
Um Trabalho Gigante: A Central é considerada uma das maiores estruturas públicas de distribuição do Estado. Ela movimenta mais de 900 mil itens por ano (e mais de 850 mil só em 2025).
O que é Distribuído:
Consumo: Kits escolares, uniformes, produtos de limpeza, utensílios de cozinha.
Estrutura: Armários, mesas, cadeiras, bebedouros, climatizadores, computadores, e até ônibus escolares.
Foco na Igualdade: A logística garante que a mesma qualidade de infraestrutura e materiais que chega às escolas da Capital, chegue também às unidades mais distantes, como as da comunidade Guató, no Pantanal. O secretário afirmou: “Nenhuma escola fique para trás.”
Logística Complexa: O processo envolve controle de estoque, planejamento, roteirização (criação de rotas de entrega) e acompanhamento de cada item até o destino final.
Economia e Eficiência: O governador destacou que o trabalho de “comprar bem, entregar rápido e com qualidade” garante a economia de recursos públicos e, principalmente, o melhor ambiente de aprendizado para o aluno.
Frase Chave
“Por trás disso, existe uma grande estrutura de apoio… e uma logística que movimenta mais de 900 mil itens por ano. É um trabalho contínuo, para que tudo chegue na hora certa e o aluno tenha o melhor ambiente possível para aprender,” frisou o governador Eduardo Riedel.
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Bioparque Pantanal sedia congresso nacional sobre conservação e sustentabilidade ambiental
O governador Eduardo Riedel participou, nesta terça-feira (26), da abertura do 49º Congresso da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), realizado no Bioparque Pantanal, em Campo Grande. Durante o evento, o chefe do Executivo estadual destacou que Mato Grosso do Sul mantém uma política que alinha o crescimento econômico à preservação da fauna e da flora locais.
Em seu pronunciamento, Riedel enfatizou a importância de debater a conservação ao lado do desenvolvimento sustentável, citando o Pantanal como exemplo de bioma que conta com legislações específicas para sua proteção. Segundo o governador, o estado demonstra que as cadeias produtivas e a sustentabilidade podem coexistir de forma equilibrada.
Detalhes do Evento e Programação
O congresso acontece entre os dias 26 e 30 de maio, trazendo como tema central “Um mergulho na conservação – ciência, sociedade e meio ambiente”. Realizado anualmente desde 1977, o encontro atrai pesquisadores, acadêmicos e profissionais das áreas de Biologia, Medicina Veterinária e Zootecnia.
O objetivo do evento é promover o intercâmbio técnico-científico, a divulgação de pesquisas e a discussão de metodologias voltadas ao manejo de fauna e conservação da biodiversidade. A programação deste ano conta com seis minicursos focados na qualificação técnica, abordando temas que vão desde a comunicação e fotografia técnica até o manejo de animais silvestres.
A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, e a presidente da AZAB, Mara Cristina Marques, reforçaram o papel do evento como um espaço de cooperação coletiva e a relevância de trazer o debate, pela primeira vez, para o Mato Grosso do Sul.
O Papel Científico do Bioparque Pantanal
Além de funcionar como ponto turístico, o Bioparque Pantanal se consolidou como um centro de pesquisa e educação ambiental. Atualmente, o local detém o maior banco genético vivo de água doce do mundo e é a única instituição a registrar a reprodução de mais de 100 espécies diferentes em cativeiro, sendo 32 delas nativas do Pantanal.
De acordo com o governo estadual, o espaço recebe regularmente estudantes da rede pública de ensino, integrando a comunidade escolar às investigações científicas conduzidas na instituição.
