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Casa Civil mapeia restos a pagar e municípios podem receber recursos perdidos de 2019 a 2022
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O levantamentos de todos os recursos “perdidos” foi feito pela equipe técnica do Escritório de Relações Institucionais e Políticas no Distrito Federal
Municípios de Mato Grosso do Sul tiveram uma boa surpresa nesta semana, com a possibilidade de receberem recursos federais, considerados perdidos, do período de 2019 a 2022. O dinheiro é proveniente de emendas parlamentares e recursos próprios de Ministérios, em diversas áreas como Saúde, Infraestrutura, Segurança, Esporte, Culturas, entre outros.

O mapeamento do saldo a receber de cada um dos 79 municípios sul-mato-grossenses, foi levantado pela equipe do Escritório de Relações Institucionais e Políticas no Distrito Federal, que apresentou aos prefeitos, nesta terça-feira (19), uma planilha de quanto cada prefeitura pode pleitear de recurso. “Em conjunto com a bancada federal, nossa equipe do escritório aqui de Brasília, mapeou todos os restos a pagar que estavam considerados perdidos. Com esse levantamento, os prefeitos podem agora, solicitar os recursos para os seus municípios”, explicou Waldenir Moka, secretário-executivo do Escritório de Relações Institucionais e Políticas no Distrito Federal (ERIPDF).
A possibilidade deste recebimento foi garantida pelo Governo Federal que aprovou no orçamento da União deste ano, uma rubrica específica que destina cerca de R$ 4 bilhões para fundos que não foram pagos no período de 2019 a 2022. Até então considerados perdidos, os recursos foram uma grata surpresa aos prefeitos que participaram da reunião do Governo de MS, no escritório de Brasília. “A adesão dos prefeitos está sendo importante, ainda mais porque não tinham o conhecimento destes valores”, disse Cecília Vale, assessora especial do ERIPDF.
O secretário da Casa Civil, Eduardo Rocha, disse que esse atendimento aos municípios, realizado pelo escritório do Governo de MS, em Brasília, segue os fundamentos da gestão municipalista do governador Eduardo Riedel. “O escritório de representação de MS em Brasília está lá para atuar nas demandas do Estado, mas também para atender os 79 municípios sul-mato-grossesnses”, frisou.

“Aqui os prefeitos terão o apoio, o braço do Governo de Mato Grosso do Sul, unindo forças com a nossa bancada federal, para orientar e solucionar os trâmites burocráticos do recebimento destes restos a pagar”, finalizou Moka.
Texto: Beatricce Bruno, comunicação Casa Civil
Fotos: Assessoria ERIPDF
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Bioparque Pantanal sedia congresso nacional sobre conservação e sustentabilidade ambiental
O governador Eduardo Riedel participou, nesta terça-feira (26), da abertura do 49º Congresso da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), realizado no Bioparque Pantanal, em Campo Grande. Durante o evento, o chefe do Executivo estadual destacou que Mato Grosso do Sul mantém uma política que alinha o crescimento econômico à preservação da fauna e da flora locais.
Em seu pronunciamento, Riedel enfatizou a importância de debater a conservação ao lado do desenvolvimento sustentável, citando o Pantanal como exemplo de bioma que conta com legislações específicas para sua proteção. Segundo o governador, o estado demonstra que as cadeias produtivas e a sustentabilidade podem coexistir de forma equilibrada.
Detalhes do Evento e Programação
O congresso acontece entre os dias 26 e 30 de maio, trazendo como tema central “Um mergulho na conservação – ciência, sociedade e meio ambiente”. Realizado anualmente desde 1977, o encontro atrai pesquisadores, acadêmicos e profissionais das áreas de Biologia, Medicina Veterinária e Zootecnia.
O objetivo do evento é promover o intercâmbio técnico-científico, a divulgação de pesquisas e a discussão de metodologias voltadas ao manejo de fauna e conservação da biodiversidade. A programação deste ano conta com seis minicursos focados na qualificação técnica, abordando temas que vão desde a comunicação e fotografia técnica até o manejo de animais silvestres.
A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, e a presidente da AZAB, Mara Cristina Marques, reforçaram o papel do evento como um espaço de cooperação coletiva e a relevância de trazer o debate, pela primeira vez, para o Mato Grosso do Sul.
O Papel Científico do Bioparque Pantanal
Além de funcionar como ponto turístico, o Bioparque Pantanal se consolidou como um centro de pesquisa e educação ambiental. Atualmente, o local detém o maior banco genético vivo de água doce do mundo e é a única instituição a registrar a reprodução de mais de 100 espécies diferentes em cativeiro, sendo 32 delas nativas do Pantanal.
De acordo com o governo estadual, o espaço recebe regularmente estudantes da rede pública de ensino, integrando a comunidade escolar às investigações científicas conduzidas na instituição.
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