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Congresso Jornalismo Investigativo da Abraji e ESPM têm dias especiais sobre os impactos da tecnologia e IA nas eleições e no Brasil

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Evento que acontece em São Paulo também discutirá o por trás das câmeras na produção de mini-documentários e reportagens em vídeo com efeitos da Inteligência Artificial

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), em parceria com a ESPM, escola referência em Marketing e Inovação voltada para negócios, realiza o 19º Congresso de Jornalismo Investigativo entre os dias 11 e 14 julho na ESPM em São Paulo. A programação do sábado (13) é dedicada aos avanços do uso da inteligência artificial generativa na produção de desinformação e como isso pode impactar as eleições de 2024 e seus efeitos para o Brasil.

Já sexta-feira, 12, os participantes terão a oportunidade de compreender o atual estágio da Tecnologia. Os jornalistas estão cada vez mais capacitados para utilizar e até desenvolver métodos e aplicações complexas da tecnologia no cotidiano. A mesa Tecnologia no jornalismo como produto, não como suporte mostrará como esse desenvolvimento tem sido voltado apenas como recursos de desenvolvimento editorial e de conteúdo, quando na verdade poderiam ser eventualmente transformados em produtos para ajudar na sustentabilidade financeira de uma organização. Esta mesa terá como convidados Bárbara Libório, professora de Jornalismo da ESPM e diretora do Instituto AzMina, Paty Gomes, diretora de produto do Portal JOTA e de Sérgio Spagnuolo, diretor-executivo do Núcleo, que   irão abordar como pensar em produto após certas tecnologias terem tido uso inicialmente editorial.

A sessão Desinformação eleitoral: o impacto da inteligência artificial nas eleições 2024, que acontece no dia 13, das 14h30 às 16h, trará um estudo de caso comparativo das últimas eleições sobre o tema realizado pela  Lupa – hub de soluções de combate à desinformação, com a gerente de produto Marcela Duarte, que debaterá com Gisele Lobato, repórter especial da Aos Fatos, sobre o que é esperado para este ano e quais as melhores técnicas e táticas para combater a desinformação por IA e conscientizar a população a respeito de seu uso como estratégia de marketing político.

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Também está na pauta o uso da IA nas redações e os códigos e manuais elaborados para dar transparência a respeito desse uso por parte das organizações jornalísticas. A popularização de ferramentas de inteligência artificial (IA) tem facilitado a criação e proliferação de vídeos manipulados ou enganosos (deepfakes) por atores maliciosos que utilizam essas tecnologias para persuadir usuários em redes sociais como YouTube, TikTok e Facebook.

Na sequência, das 16h30 às 18h, acontece a Roda de conversa sobre IA no Brasil, com a apresentação da pesquisa pioneira sobre uso se inteligência artificial no Jornalismo brasileiro. O evento conta com a participação dos responsáveis pela pesquisa Antonio Rocha Filho e Edson Capoano, ambos professores de jornalismo da ESPM, e da pesquisadora Maria Elisabete Antonioli. Nesta atividade, serão apresentadas novidades dessa pesquisa como apresentando o nível de conhecimento da inteligência artificial por jornalistas atuantes no país e o grau de conhecimento e de utilização de suas ferramentas na produção e nos negócios jornalísticos, bem como as preocupações que envolvem seu uso na atividade profissional.  Os autores abriram um espaço ampliado para trocas com a audiência sobre o tema.

Outra programação do dia é Por trás das câmeras: produção de mini-documentários e reportagens em vídeo, nas quais os processos criativos e técnicos utilizados na realização de mini-docs serão destacados com a utilização da IA. Os participantes Dana Lopes, gestora na Agência Cenarium, e Gianvitor Dias, jornalista da TV Globo, vão discutir aspectos como o planejamento, a captação de imagens, a edição e a narrativa visual, que são fundamentais para contar histórias de forma impactante e eficaz, sob mediação de Heidy Vargas, professora de jornalismo da ESPM. Os debatedores também compartilharão suas experiências na produção de reportagens em vídeo.

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Mais acessibilidade

Outra novidade é a ampliação dos recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência (PCDs), tanto no ambiente digital quanto no presencial. Além de intérpretes para tradução simultânea das palestras em Libras, palestrantes e moderadores adotaram uma linguagem mais inclusiva em seus materiais de apresentação, audiodescrição e comunicação durante as mesas.

O espaço físico oferecerá rampas, elevadores e áreas para usuários de cadeiras de rodas em todas as salas e auditórios. Monitores voluntários também estarão disponíveis para auxiliar o público PCD no credenciamento e na localização.

No ambiente online, o site do congresso possibilitou o aumento de fontes e descrições dos elementos nas páginas, além de incluir o VLibras, um conjunto de ferramentas que traduz conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) do Português para Libras.

Serviço

19º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo

Data: 11 a 14 de julho de 2024

Local: ESPM – Campus Álvaro Alvim

Rua Doutor Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana – São Paulo

https://congresso.abraji.org.br/#programacao

Inscreva-se em: https://congresso.abraji.org.br/

Sobre a ESPM

A ESPM é uma escola de negócios inovadora, referência brasileira no ensino superior nas áreas de Comunicação, Marketing, Consumo, Administração, Economia Criativa e Tecnologia. Seus 12 600 alunos dos cursos de graduação e de pós-graduação e mais de 1 100 funcionários estão distribuídos em quatro campi – dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e um em Porto Alegre. Possui quatro unidades regionais em Florianópolis, Chapecó, Goiânia e Salvador. O lifelong learning, aprendizagem ao longo da vida profissional, o ensino de excelência e o foco no mercado são as bases da ESPM. Acesse: espm.br

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Cidadania sem barreiras: Posto do Pátio Central vira referência nacional no atendimento a autistas

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Emissão de documento parece burocracia, mas para uma pessoa com autismo e sua família, o ambiente de um posto de identificação pode ser um campo de batalha sensorial: luzes fortes, barulho, filas e o toque da biometria. No coração de Campo Grande, o Governo de MS decidiu mudar essa regra.

O posto do Pátio Central, que lidera o volume de emissões no Estado (com mais de 134 mil documentos expedidos), celebra o sucesso da sala “Posto Amigo do Autista”. O resultado? Quase 20% de todas as Carteiras de Identidade Nacional (CIN) com símbolo de TEA em Mato Grosso do Sul saíram de lá.

Inclusão que vai além da placa na porta

O projeto não foi apenas “colocar um adesivo”. Com um investimento de R$ 82 mil via Sejusp, a estrutura foi desenhada para o que realmente importa:

  • Conforto Sensorial: Isolamento acústico e iluminação reduzida para evitar crises.

  • Previsibilidade: Recursos táteis e ambiente controlado para que o atendimento flua sem ansiedade.

  • Capacitação Humana: Servidores treinados para entender as particularidades do espectro, garantindo que a coleta da biometria seja concluída com sucesso.

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O fim das remarcações

Antes da sala adaptada, era comum que atendimentos para pessoas com TEA precisassem ser remarcados ou feitos em domicílio devido ao estresse do ambiente. Hoje, essas situações tornaram-se exceção.

“A emissão de um documento representa pertencimento e acesso a direitos. Quando o Estado adapta o serviço à realidade do cidadão, ele está garantindo o exercício pleno da cidadania”, destaca a gestão da Polícia Científica.

MS na vanguarda da Identificação

Com mais de 13 mil documentos emitidos em MS com algum tipo de identificação de deficiência, o TEA lidera as solicitações. O modelo do Pátio Central prova que eficiência (500 atendimentos/dia) pode — e deve — caminhar junto com a humanização.

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