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Convênio garante mais 378 casas em Mato Grosso do Sul e dignidade para famílias a serem contempladas

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Acompanhando os investimentos privados que acontecem no Estado, um convênio assinado na manhã de hoje (27) vai garantir moradia para 378 famílias em Mato Grosso do Sul. Serão construídas 186 unidades habitacionais em Ponta Porã e 192 em Campo Grande, com recursos provenientes do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e do Governo do Estado.

Na solenidade, o governador Eduardo Riedel destacou que o Mato Grosso do Sul é um dos estados que mais garantiu recursos para habitação, juntamente com o apoio da bancada federal no Congresso Nacional. “A habitação é uma prioridade do Estado e temos que ter um olhar muito cuidadoso”.

Riedel ainda afirmou que a chegada de novas operações industriais impõe novos desafios para o poder público. “Com esta composição de esforços entre Estado, municípios, iniciativa privada e programas federais vamos avançando no crescimento e no atendimento para quem precisa de moradia”, salientou.

O Governo do Estado está aportando uma contrapartida de R$ 13 milhões, reforçando o compromisso com a ampliação do acesso à moradia em Mato Grosso do Sul.

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Em Ponta Porã, serão investidos no Residencial Professora Elfrida Winckler Antunes, cerca de R$ 32,5 milhões, sendo R$ 7,2 milhões de contrapartida estadual. A Agência de Habitação Popular do Estado de Mato Grosso do Sul (Agehab), em parceria com o município de Ponta Porã, que doou o terreno, será responsável por garantir a execução do projeto.

Já na capital, os recursos totalizam R$ 37,2 milhões, sendo R$ 4,5 milhões oriundos do Estado.

“A entrega dessas casas é um passo significativo para reduzir o déficit habitacional em Mato Grosso do Sul. Cada nova moradia representa uma oportunidade de futuro melhor para centenas de famílias, e o nosso trabalho na Agehab é assegurar que esses projetos se concretizem com a qualidade e eficiência que a população merece”, explica a diretora-presidente da Agehab, Maria do Carmo Avesani Lopez.

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Cidadania sem barreiras: Posto do Pátio Central vira referência nacional no atendimento a autistas

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Emissão de documento parece burocracia, mas para uma pessoa com autismo e sua família, o ambiente de um posto de identificação pode ser um campo de batalha sensorial: luzes fortes, barulho, filas e o toque da biometria. No coração de Campo Grande, o Governo de MS decidiu mudar essa regra.

O posto do Pátio Central, que lidera o volume de emissões no Estado (com mais de 134 mil documentos expedidos), celebra o sucesso da sala “Posto Amigo do Autista”. O resultado? Quase 20% de todas as Carteiras de Identidade Nacional (CIN) com símbolo de TEA em Mato Grosso do Sul saíram de lá.

Inclusão que vai além da placa na porta

O projeto não foi apenas “colocar um adesivo”. Com um investimento de R$ 82 mil via Sejusp, a estrutura foi desenhada para o que realmente importa:

  • Conforto Sensorial: Isolamento acústico e iluminação reduzida para evitar crises.

  • Previsibilidade: Recursos táteis e ambiente controlado para que o atendimento flua sem ansiedade.

  • Capacitação Humana: Servidores treinados para entender as particularidades do espectro, garantindo que a coleta da biometria seja concluída com sucesso.

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O fim das remarcações

Antes da sala adaptada, era comum que atendimentos para pessoas com TEA precisassem ser remarcados ou feitos em domicílio devido ao estresse do ambiente. Hoje, essas situações tornaram-se exceção.

“A emissão de um documento representa pertencimento e acesso a direitos. Quando o Estado adapta o serviço à realidade do cidadão, ele está garantindo o exercício pleno da cidadania”, destaca a gestão da Polícia Científica.

MS na vanguarda da Identificação

Com mais de 13 mil documentos emitidos em MS com algum tipo de identificação de deficiência, o TEA lidera as solicitações. O modelo do Pátio Central prova que eficiência (500 atendimentos/dia) pode — e deve — caminhar junto com a humanização.

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