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Festival de Inverno de Bonito terá Maria Gadú e Paulinho Moska
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A cantora Maria Gadú e o músico Paulinho Moska serão atrações do Festival de Inverno de Bonito, que será realizado de 23 a 27 de agosto. A apresentação foi confirmada pela cantora paulistana em suas redes sociais. De acordo com Gadú, seu show com participação de Paulinho Moska será no dia 24 de agosto.

“Gente bonita, nos próximos meses a gente se encontra nos palcos de novo para matar a saudade e se divertir muito. Logo mais saem as próximas datas”, publicou a cantora em seu Instagram indicando Bonito como um dos destinos de agosto. No mesmo mês, ela se apresenta em Curitiba e Recife.
Maria Gadú volta aos palcos com a turnê “Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor”, que dá nome ao último álbum e é uma homenagem à música popular brasileira por meio de regravações de nomes como Marisa Monte, Caetano Veloso, Gonzaguinha e Rita Lee. O álbum conta ainda com faixas internacionais em inglês, espanhol e italiano.
A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, r esponsável pela realização do festival, não publicou oficialmente todas as atrações do evento, que é um dos mais aguardados do ano. Mas, na última segunda-feira (19), o ex-presidente da Fundação Max Freitas afirmou que Iza, Fafá de Belém e Emicida estão na grade.
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Cidadania sem barreiras: Posto do Pátio Central vira referência nacional no atendimento a autistas
Emissão de documento parece burocracia, mas para uma pessoa com autismo e sua família, o ambiente de um posto de identificação pode ser um campo de batalha sensorial: luzes fortes, barulho, filas e o toque da biometria. No coração de Campo Grande, o Governo de MS decidiu mudar essa regra.
O posto do Pátio Central, que lidera o volume de emissões no Estado (com mais de 134 mil documentos expedidos), celebra o sucesso da sala “Posto Amigo do Autista”. O resultado? Quase 20% de todas as Carteiras de Identidade Nacional (CIN) com símbolo de TEA em Mato Grosso do Sul saíram de lá.
Inclusão que vai além da placa na porta
O projeto não foi apenas “colocar um adesivo”. Com um investimento de R$ 82 mil via Sejusp, a estrutura foi desenhada para o que realmente importa:
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Conforto Sensorial: Isolamento acústico e iluminação reduzida para evitar crises.
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Previsibilidade: Recursos táteis e ambiente controlado para que o atendimento flua sem ansiedade.
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Capacitação Humana: Servidores treinados para entender as particularidades do espectro, garantindo que a coleta da biometria seja concluída com sucesso.
O fim das remarcações
Antes da sala adaptada, era comum que atendimentos para pessoas com TEA precisassem ser remarcados ou feitos em domicílio devido ao estresse do ambiente. Hoje, essas situações tornaram-se exceção.
“A emissão de um documento representa pertencimento e acesso a direitos. Quando o Estado adapta o serviço à realidade do cidadão, ele está garantindo o exercício pleno da cidadania”, destaca a gestão da Polícia Científica.
MS na vanguarda da Identificação
Com mais de 13 mil documentos emitidos em MS com algum tipo de identificação de deficiência, o TEA lidera as solicitações. O modelo do Pátio Central prova que eficiência (500 atendimentos/dia) pode — e deve — caminhar junto com a humanização.
