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Fim das Filas: Agora é Possível Fazer o Cadastro de Visitante de Presídios de MS pela Internet
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A Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) de Mato Grosso do Sul lançou uma novidade que vai facilitar a vida dos familiares de quem está preso: o cartão de visitante, que é obrigatório para entrar nas unidades prisionais, agora pode ser emitido totalmente pela internet.
Com isso, os familiares não precisam mais ir pessoalmente aos locais para fazer o cadastro.
Como Funciona o Novo Cartão?
O processo de cadastro e emissão do novo cartão é feito no site da Agepen.
Fácil de Acessar: O familiar deve entrar no site oficial da Agepen e procurar o passo a passo na área de “Informações a Familiares e Visitantes” ou acessar diretamente o link de cadastro: www.siapen.ms.gov.br/visitante.
Documentação: É preciso preencher os dados e enviar a documentação pedida no sistema.
Acompanhamento: Após enviar, o sistema gera um número de protocolo que permite acompanhar o andamento.
O Novo Cartão: Quando aprovado, o visitante deve baixar e imprimir o documento. O novo cartão tem foto, dados, código de barras e um QRCode para reforçar a segurança na entrada.
Atenção: O cartão precisa ser impresso, pois não é permitido usar o celular para apresentá-lo na entrada das unidades prisionais.
Vantagens para Todos
O diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini, destacou que a modernização é um grande avanço:
Mais Agilidade: Reduz a burocracia para todos.
Economia: O novo sistema online substitui o antigo cartão de plástico (PVC), o que reduz os custos.
Facilidade para Quem Mora Longe: Facilita muito para quem mora fora de MS, que não precisa mais viajar só para tirar o documento.
Importante: Quem já tem o cartão de plástico (PVC) pode continuar usando ele. A troca pelo novo modelo impresso só será obrigatória na hora da renovação. Se precisar de ajuda, o familiar pode ir até uma unidade do Patronato Penitenciário para receber orientações.
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Bioparque Pantanal sedia congresso nacional sobre conservação e sustentabilidade ambiental
O governador Eduardo Riedel participou, nesta terça-feira (26), da abertura do 49º Congresso da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), realizado no Bioparque Pantanal, em Campo Grande. Durante o evento, o chefe do Executivo estadual destacou que Mato Grosso do Sul mantém uma política que alinha o crescimento econômico à preservação da fauna e da flora locais.
Em seu pronunciamento, Riedel enfatizou a importância de debater a conservação ao lado do desenvolvimento sustentável, citando o Pantanal como exemplo de bioma que conta com legislações específicas para sua proteção. Segundo o governador, o estado demonstra que as cadeias produtivas e a sustentabilidade podem coexistir de forma equilibrada.
Detalhes do Evento e Programação
O congresso acontece entre os dias 26 e 30 de maio, trazendo como tema central “Um mergulho na conservação – ciência, sociedade e meio ambiente”. Realizado anualmente desde 1977, o encontro atrai pesquisadores, acadêmicos e profissionais das áreas de Biologia, Medicina Veterinária e Zootecnia.
O objetivo do evento é promover o intercâmbio técnico-científico, a divulgação de pesquisas e a discussão de metodologias voltadas ao manejo de fauna e conservação da biodiversidade. A programação deste ano conta com seis minicursos focados na qualificação técnica, abordando temas que vão desde a comunicação e fotografia técnica até o manejo de animais silvestres.
A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, e a presidente da AZAB, Mara Cristina Marques, reforçaram o papel do evento como um espaço de cooperação coletiva e a relevância de trazer o debate, pela primeira vez, para o Mato Grosso do Sul.
O Papel Científico do Bioparque Pantanal
Além de funcionar como ponto turístico, o Bioparque Pantanal se consolidou como um centro de pesquisa e educação ambiental. Atualmente, o local detém o maior banco genético vivo de água doce do mundo e é a única instituição a registrar a reprodução de mais de 100 espécies diferentes em cativeiro, sendo 32 delas nativas do Pantanal.
De acordo com o governo estadual, o espaço recebe regularmente estudantes da rede pública de ensino, integrando a comunidade escolar às investigações científicas conduzidas na instituição.