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Construtora rebate polêmica sobre contratos de R$ 20 milhões em Campo Grande

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A empresa Predial Construções Ltda., que recentemente venceu quatro licitações da Prefeitura de Campo Grande somando R$ 20 milhões, veio a público esclarecer sua atuação no município. A proprietária, Marcia Furtunato Correia, solicitou direito de resposta após reportagens questionarem o funcionamento da sede da empresa em uma casa residencial e a ausência de placas de identificação.

Os pontos principais da defesa

Em nota oficial, a construtora destacou que a tentativa de vincular seu endereço administrativo a qualquer irregularidade “não corresponde à realidade”. Confira os argumentos da empresa:

Finalidade do Escritório: A sede em Campo Grande serve para trâmites administrativos, planejamento e gestão de documentos; as obras, por natureza, são executadas nos canteiros externos e não no escritório.

Ausência de Placas: A empresa explicou que não atende ao público no local e que a falta de identificação na fachada é uma política interna de segurança para evitar furtos.

Experiência de Mercado: A Predial afirma ter mais de 15 anos de atuação consolidada, com dezenas de funcionários e histórico de obras entregues no prazo tanto na capital quanto no interior.

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Licitações e Regularidade

A proprietária enfatizou que os contratos, assinados nos últimos seis meses, são fruto de propostas competitivas que atenderam a todos os requisitos técnicos da administração pública.

“A empresa jamais foi implicada em qualquer investigação por ilegalidade, desvio ou favorecimento indevido. Sempre exerceu suas atividades de forma regular, submetendo-se aos controles da Administração Pública”, diz trecho da nota assinada por Marcia Correia.

Contexto da Polêmica

A polêmica surgiu após o site O Jacaré noticiar que a empresa, originária do Acre, conquistou contratos vultosos em pouco tempo operando em um endereço discreto. A construtora rebateu, afirmando que a reportagem sugeriu irregularidades sem apresentar elementos concretos e reafirmou seu compromisso com a transparência e a legalidade na execução dos contratos firmados com a gestão municipal.

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Bloqueio Administrativo: Entenda o que impede o licenciamento e a transferência de veículos em MS

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O Bloqueio Administrativo é uma restrição inserida diretamente no registro do veículo que impede o proprietário de realizar o licenciamento anual, transferir a propriedade ou emitir novos documentos. A medida é aplicada pelo Detran-MS e demais órgãos de fiscalização quando são detectadas irregularidades que precisam ser sanadas.

A restrição é adotada em situações onde o problema constatado não gera risco imediato à segurança viária, mas exige correção obrigatória. Confira os casos mais comuns que geram o bloqueio e saiba como regularizar:

Principais motivos para o bloqueio de veículos

  • Falta de Recall: Quando uma montadora convoca os proprietários para corrigir falhas de fábrica que comprometem a segurança, o procedimento é obrigatório. Caso o dono do carro não compareça, a Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito) bloqueia o licenciamento no sistema Renavam até que o reparo seja feito.

  • Liberação de pátios com guincho: Veículos apreendidos por problemas mecânicos ou de segurança que não puderam ser consertados no pátio saem do local exclusivamente de guincho. O documento fica bloqueado administrativamente e o proprietário deve retornar com o veículo consertado para passar por uma vistoria final. Um exemplo comum é a troca de para-brisa trincado.

  • Irregularidades em blitze e fiscalizações: Agentes de trânsito podem aplicar o bloqueio ao flagrarem alterações não regularizadas, como a substituição de lâmpadas originais por iluminação de LED. O condutor recebe um prazo de até 30 dias para desfazer a alteração ou legalizá-la.

Atenção: Se o proprietário não apresentar o veículo regularizado dentro do prazo de 30 dias estabelecido na blitz, receberá uma nova multa por desobediência. Caso o veículo seja flagrado circulando novamente com o bloqueio ativo, será guinchado e encaminhado ao pátio de apreensão.

Como retirar o bloqueio administrativo?

Para liberar o documento, o proprietário deve primeiro resolver o problema do veículo (fazer o recall, realizar o conserto ou voltar às características originais de fábrica). Em seguida, é necessário procurar o órgão responsável pela aplicação da restrição para realizar a vistoria e solicitar a retirada do bloqueio:

  • Polícia Militar: Se a autuação foi feita pela PM, o condutor deve resolver a pendência diretamente com a corporação.

  • Detran-MS: Para bloqueios inseridos pelo órgão estadual. Condutores de outros municípios do interior também podem buscar atendimento nas agências do Detran-MS.

  • Órgãos Municipais: Se a fiscalização foi feita por agentes de trânsito do município, o atendimento deve ser agendado na respectiva autarquia municipal.

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