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Pesquisa aponta que 40% dos profissionais possuem vergonha ao falar em inglês

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Os dados são da Save Me Teacher e apontam o uso do idioma no ambiente corporativo

Dia 01 de maio é comemorado o Dia do Trabalhor no Brasil. A data é celebrada desde 1924 e é um marco desde então. Com tantas mudanças e inovação do mercado corporativo, muitas habilidades passaram a fazer diferença no ambiente de trabalho, como ter no currículo o inglês. No entanto, a Save Me Teacher, plataforma que oferece cursos de inglês voltados para o trabalho, divulga dados inéditos que revelam que 40% dos profissionais têm dificuldade em aprender inglês por vergonha de cometer erros ao falarem o idioma.

A análise da plataforma também mostra que 38% dos trabalhadores que buscam por Business English já estudaram inglês por mais de cinco anos. “Isso vem ao encontro do que eu sempre digo, que estudantes dos cursos ‘tradicionais’ de inglês não necessariamente saberão as expressões comuns do vocabulário para os negócios. Por isso, o foco tem que ser a maior remuneração por meio da habilidade de falar o inglês e se comunicar de forma clara e objetiva” comenta Carla D’Elia, fundadora da Save Me Teacher, especialista em Business English e LinkedIn Top Voice.

Outro dado que chama atenção é que 39,6% dos profissionais que querem o inglês para o trabalho possuem entre 35 e 44 anos, ou seja, millenials reconhecem a importância da atualização do aprendizado, inclusive no que tange o inglês, mesmo que já tenham grande experiência no mercado de trabalho. Isso, porque a tecnologia e o crescimento de multinacionais têm facilitado o contato com outros países. A informação está atrelada ao fato de 78% dos entrevistados terem dito que já participaram de reuniões em inglês e 68% afirmam que trabalham em ambientes que contém profissionais que dominam a outra língua.

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Quando o assunto é educação, mais de 47% dos estudantes de Business English contaram que possuem pós-graduação e grande parte das áreas de atuação estão ligadas à tecnologia, como programação, Supply Chain Planning, Engenharia de Software, TI e Ux Design.

“Eu sempre falo para meus alunos deixarem de buscar pela perfeição, pois isso pode atrapalhar o desenvolvimento no aprendizado. Temos a habilidade de sermos bilingues e aprender diversos idiomas. Por isso, querer falar como um nativo é desnecessário, já que possuímos nossos próprios sotaques e manias. Aprender Business English pode ser transformador para a carreira de muitos profissionais, pois dará confiança e segurança em todos os momentos do dia a dia. Ser um trabalhador no Brasil não é fácil, mas com alguns recursos é possível chegar mais longe”, comenta Carla.

O mercado de trabalho pode ser muito volátil e ter habilidades que são consideradas essenciais ou um diferencial como o inglês, pode fazer toda diferença ao buscar por uma oportunidade. Os dados revelados pela plataforma destacam a demanda por skills linguísticas específicas, como o Business English. A Save Me Teacher conta com opções de cursos que ensinar inglês para o trabalho desde o básico e que podem ser fundamentais para o dia a dia.

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Para mais informações acesse: https://savemeteacher.com/.

Sobre a Save Me Teacher 

Save Me Teacher é uma plataforma que oferece cursos de inglês voltados para o trabalho. O Business English tem o poder de transformar carreiras e, consequentemente, garantir liberdade geográfica e financeira aos estudantes. A plataforma conta com seis opções de cursos atualmente, que têm como objetivo preparar o usuário para a rotina profissional, entrevistas de emprego na língua estrangeira, impulsionar o inglês, viagens internacionais, cursos preparatórios de proficiência, formulação do currículo, entre outras habilidades. Além disso, é possível encontrar consultorias sob medida. De forma didática, libertadora e rápida, sem a necessidade de formações de longa extensão, a Save Me Teacher já auxiliou mais de 7 mil alunos. Além disso, por meio das redes sociais, sua fundadora, Carla D’Elia, oferece conteúdo simplificado e gratuito com dicas sobre o idioma.

Site: https://savemeteacher.com

Facebook: https://www.facebook.com/savemeteacheroficial/

Instagram: https://www.instagram.com/savemeteacher/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UChh5Q2FidPRrG39b75St8ug

LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/carladelia/

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Governo de MS investe R$ 65 milhões em novas unidades prisionais na Gameleira

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O Governo de Mato Grosso do Sul oficializou, nesta quinta-feira (26), a homologação das licitações para a construção de três novas unidades prisionais no Complexo da Gameleira, na saída para Sidrolândia. O projeto é um pilar estratégico para reduzir a superlotação e modernizar a custódia no estado.

Com um investimento superior a R$ 65 milhões, as obras visam fortalecer a segurança pública e ampliar as frentes de ressocialização dos internos.

Expansão em Números

A construção das unidades Gameleira I, II e III terá impacto direto no déficit de vagas do regime fechado. Confira os detalhes técnicos:

  • Capacidade Total: 1.224 novas vagas (408 por unidade).

  • Estrutura: 30 celas por unidade em áreas de mais de 3 mil m².

  • Modelo: Unidades de baixa complexidade, projetadas para eficiência de gestão e controle.

Unidade Empresa Responsável Investimento
Gameleira I JAC Engenharia Soluções Inteligentes R$ 22,1 milhões
Gameleira II Poligonal Engenharia e Construções R$ 21,2 milhões
Gameleira III Engetal Engenharia e Construções R$ 22,1 milhões

Visão Estratégica: Segurança e Ressocialização

Para o secretário de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara, as obras não representam apenas “paredes”, mas sim uma estratégia de governo para organizar o sistema e proteger a população.

“É um investimento estratégico, que alia estrutura adequada com gestão eficiente”, afirmou Alcântara.

O diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini, reforçou que a ampliação é fundamental para o aprimoramento das políticas de custódia e reintegração social. As novas vagas na Gameleira fazem parte de um pacote maior que prevê 2,4 mil novas vagas em todo o Mato Grosso do Sul, através de novas construções e ampliações de presídios existentes.

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Execução e Prazos

A coordenação dos projetos fica a cargo da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), que será a responsável por fiscalizar a qualidade técnica e o cumprimento do cronograma das construtoras vencedoras.

A iniciativa reafirma o compromisso do Estado com um sistema prisional mais equilibrado, seguro e humano, tratando a infraestrutura como base para a redução da criminalidade a longo prazo.

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