PETS
Subea atende mais de cem casos de denúncia de maus-tratos em fevereiro
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A equipe de Monitoramento em Bem-Estar Animal (MOBEA) atendeu somente neste mês, com orientação e alerta a tutores sobre maus-tratos, 118 casos de denúncias. O acompanhamento realizado pela Subea tem cunho educativo e preventivo.
A titular da pasta, Ana Luiza Lourenço, comenta que o órgão recebe em média três denúncias por dia, demonstrando a preocupação das pessoas na saúde e bem-estar dos animais. “Mesmo no mês mais curto do ano, conseguimos atender esse número expressivo de ocorrências. O animal tem grande importância dentro da família da maioria das pessoas, por isso hoje situações de maus-tratos não são toleradas”.
Das cento e dezoito denúncias atendidas, somente três precisaram ser encaminhadas para a delegacia especializada nesse tipo de crime.
A Subsecretaria chama atenção para os casos de animais com sinais clínicos de doenças graves e que são tratados de forma inadequada.
Durante as visitas, os veterinários realizam a anamnese dos animais e em várias situações, constata a possibilidade do animal estar com leishmaniose ou outra doença, sendo medicado pelo tutor de forma inadequada, sem ter passado por um especialista.

Ana Luiza frisa que essa situação apresenta risco para o animal e para as pessoas, visto que leishmaniose é uma zoonose, doença que pode ser transmitida para o humano.
A secretária explica ainda que nesses casos o tutor é orientado a ir até o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), realizar o teste de leishmaniose gratuitamente e caso o resultado seja positivo, e o tutor se comprometer a realizar o tratamento do animal, a Subea disponibiliza consulta veterinária e prescrição para o tratamento adequado para aquele animal, onde serão solicitados testes complementares, para identificar e atestar a gravidade da doença e poder iniciar o tratamento ideal.
As denúncias de maus-tratos devem ser realizadas através do canal Fala CG-156. “Sabemos que a melhor forma de combater (maus-tratos) é com a educação, orientação desses tutores. E quanto mais pessoas tiverem acesso a essas informações, menos casos ocorrerão. Por isso é superimportante a população conhecer as formas adequadas de se manter um animal sob sua responsabilidade”.
Consultas
A Prefeitura de Campo Grande, através da Subea, disponibiliza as segundas, terças, quintas e sextas-feiras, consultas veterinárias gratuitas. São distribuídas 15 senhas pela manhã, a partir das 7h30 e 15 senhas pela tarde, a partir das 13h.
O tutor deve vir até a unidade de atendimento com o seu animal, além de documento com foto, comprovante de residência e o número do NIS.
Serviço
Endereço: Rua Rui Barbosa, 3538 – Centro.
Informações: 2020-1397
CAMPO GRANDE
Píton Capitu do Bioparque Pantanal faz check-up para garantir sua saúde
A píton albina Capitu, muito popular no Bioparque Pantanal, passou por um exame de rotina na terça-feira (29) para checar se está tudo bem com ela. Esse cuidado faz parte da dedicação da equipe em garantir o bem-estar animal.
O que foi feito?
Uma equipe de veterinários, biólogos e nutricionistas acompanha a Capitu de perto.
Ultrassom: A bióloga Carla Kovalski explicou que o ultrassom é crucial. Ele permite avaliar os órgãos, ver o nível de gordura e acompanhar o ganho de peso, garantindo que a Capitu esteja crescendo de forma saudável. Esse exame também ajuda a identificar problemas de saúde bem no começo, facilitando o tratamento.
Medição e Pesagem (Biometria): A equipe também mediu e pesou a Capitu para atualizar seus dados de crescimento.
Por que isso é importante?
O cuidado com a Capitu mostra o compromisso do Bioparque com a qualidade de vida dos animais que vivem lá.
A diretora-geral Maria Fernanda Balestieri reforçou que o manejo une ciência, responsabilidade e educação. Saber sobre o desenvolvimento da Capitu ajuda a aproximar o público da ciência e da importância de proteger a natureza.
O Bioparque Pantanal busca ser uma referência internacional em conservação, pesquisa e educação ambiental, mostrando ao público espécies como a Capitu e a importância de respeitá-las.
