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A cartada de Simone, os políticos invisíveis, a omissão do PT

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INVISÍVEIS: Eles se elegeram ao parlamento estadual ou ao Congresso Nacional por circunstancias e discursos oportunistas. Mas eles não correspondem aos anseios da ‘plateia’. Os anos passam e eles vão desaparecendo sem nada apresentar de concreto ou produtivo. Pior: culpam o sistema pelo fracasso. Eles? Estão por aí.
‘CEGOS & SURDOS’: Os deputados estaduais e federais do PT focados nas eleições de 2024 e ignoram os estragos da Reforma Tributária. MS será o penúltimo na lista dos contemplados dos recursos ‘compensatórios’ pelo fim do PIS, Cofins, ICMS e ISS. O episódio lembra a alienação do comandante do Titanic diante da ameaça do iceberg. Deu no que deu.
EMBATE: O governador Riedel já ‘sacou a espada’ para lutar contra o Planalto e convocou inclusive colegas de estados prejudicados para reverter essa política. Veja bem: apenas o Distrito Federal será mais prejudicado na distribuição dos recursos cujos critérios são discriminatórios e injustos para MS – grande produtor de alimentos.
EXPLICANDO: A boa situação do nosso estado não é obra do acaso. O governo anterior fez a lição de casa, cortou na carne e até gerou reclamações. O critério da reforma tributária que se apregoa é malévolo ao nosso ritmo de desenvolvimento. Teremos por exemplo o fim dos incentivos fiscais. Perderemos nossa autonomia.
ESTACA ZERO: Estranho esse silêncio da CCR MS Via e da ANTT após o TCU autorizar a repactuação da concessão da BR-163. Indignado, e com a calma habitual, o deputado Junior Mochi (MDB) cobra a divulgação dos seus detalhes, das obrigações da concessionária no documento misterioso. Ora! O parlamento e o Executivo de MS tem o direito de saber o que foi repactuado. Aí, tem!
EM ALTA: Presidindo a ALEMS, o deputado Gerson Claro (PP) vem se firmando como novo protagonista influente do quadro político. Habilidoso, sabe administrar as divergências devido aos interesses da política, evitando crises e criando ambiente favorável a aprovação das proposições de autoria do Executivo. Isso conta muito.
A QUESTÃO: Com sua aplicação presente nos mais diferentes setores de atividade, a chamada inteligência artificial acabará emburrecendo o ser humano? A calculadora, o Waze (localiza endereços) e o ChatGPT (responde perguntas) são exemplos. Como ficará a nossa capacidade de desenvolvimento cognitivo se não precisarmos mais raciocinar?
RESSURREIÇÃO? A retomada das obras da usina de fertilizantes em Três Lagoas seria – em tese – a cartada da ministra Simone Tebet (MDB) para tentar ao melhorar sua situação política aqui no MS. Nas redes sociais há críticas à ex-senadora pela sua ação em pról do empréstimo financeiro para ajudar nas urnas o atual governo argentino, parceiro do Palácio do Planalto.
TRÊS LAGOAS: Repercute a recente pesquisa do Instituto Ranking que registrou aprovação do prefeito Ângelo Guerreiro com 87%. O médico Cassiano Maia (vereador-PSDB) lidera para prefeito com 26,03%, seguido do vereador Sayuri Baez (REP) com 12,4% e o auditor fiscal Fabrício Venturoli (União Brasil) com 9,2%. O ex-deputado Eduardo Rocha (MDB) tem a maior rejeição estimulada (10,2%) ao cargo de prefeito.
CABELOS BRANCOS: O IBGE mostra o país mais velho. Em 10 anos pulou de 30,7 para 55,2 – ou seja – temos 55,2 idosos para cada 100 crianças de 0 a 14 anos. Não basta criar facilidades de locomoção e leis de prioridades. Esse pessoal não quer apenas isso. Deseja o reconhecimento social, oportunidades para viver em ambientes harmoniosos.
GOLPE BAIXO: Há o preconceito contra os idosos no trabalho. Programas de demissão voluntária (generosos à primeira vista) para ‘sessentões visa rejuvenescer ambientes empresariais. As empresas deveriam sim valorizar a experiência que gera produtividade e harmonia. O filme ‘Um Senhor Estagiário’ (Robert De Niro) foca essa temática. Recomendo.
SEM FRONTEIRAS: Vale lembrar o alto envelhecimento da população do MS após a sua criação. No censo de 1980 o grupo de pessoas entre 0 a 14 anos de idade era 40,8% da população e pelo último censo caiu para 22% apenas. Quanto ao grupo de pessoas com 65 anos ou mais, saltou de 2,9% em 1980 para 9,6%. Não temos o ‘elixir da juventude’.
‘EUREKA’: O Governo Federal ‘concluiu’ que o combate a violência carioca passa pelo enfrentamento ao tráfico de armas/drogas no MS. Ainda nas eleições de 2006 Geraldo Alckmin passeou na fronteira e até tirou fotos num posto policial abandonado com marcas de balas. Depois, o quadro só piorou. Agora, acreditamos em mudanças?
‘VALE TUDO?’ Pelo clima ainda na ante sala das eleições em Dourados, alguns observadores ironizam: ‘certas candidaturas podem acabar decididas no melhor estilo UFC’. Seria o ‘must’. Pelas declarações dos protagonistas, pode superar o surrealismo das últimas eleições. Ari Artuzzi não apareceu por acaso. Dourados não é fácil.
MACHADO DE ASSIS: Nosso maior escritor começou como repórter no Senado. Aprendeu muito com duas feras: Quintino Bocaiuva (chefe de redação) e Saldanha Marinho (diretor). Já naquela época ele concluiu que havia poucas diferenças no caráter dos senadores conservadores e liberais. Para os dias de hoje essa conclusão ainda é a mesma. Mudaram apenas as siglas e os RGs dos senadores.
‘PINGOS NOS IS’: Entre 2000 e 2022, o índice de pobreza extrema passou de 29,1% para 8,4% da população mundial, número que prova a vitória do capitalismo sobre as opções comunistas (Cuba, Venezuela e Coreia do Norte) que só produziram mortes e miséria. Mesmo assim cada vez mais jovens de países desenvolvidos são seduzidos pelo canto da sereia do socialismo. Não há almoço grátis!
PRESENTE! A função de vice-governador não é fácil quando o governador tem luz, musculatura e corresponde às expectativas. No caso do vice governador José C. Barbosa conta muito sua visão, a versatilidade administrativa e seu bom trânsito junto a classe política. Aliás, sobre ele só ouço elogios ao cumprir as mais diferentes missões. Leva 10 com louvor.
PROCURA-SE: A comparação inevitável: enquanto são constantes na mídia notícias a sobre as liberações de recursos por ações do senador Nelsinho Trad (PSD), não vemos algo parecido por parte da senadora Soraya Thronicke (Podemos). Para os municípios as emendas parlamentares retribuem os votos, geram progresso e prestígio. Soraya tem consciência de sua finitude eleitoral? Foi longe demais.

Leia Também:  Política: a sabedoria na derrota e no recomeço

PILULAS DIGITAIS:
Zelensky e Netanyhahu pedem a Lula o cessar fogo no Rio de Janeiro (na internet)
No Brasil sobra censo e falta senso (na internet)
A formação acadêmica que mais emprega hoje em dia: a indicação.
Não é só a lei que não pega entre nós. A Teoria da Evolução, por exemplo, aqui também não deu certo. (Carlos Castelo)
A absoluta verdade /Só em caso / De última necessidade. (Millôr)
O povo desconfia do que entende, desconfie do que gosta. (Nelson Rodrigues
Diplomacia: a patriótica arte de mentir pelo seu país. (Ambrose Bierce)

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COLUNISTA

OPOSIÇÃO ENSAIA O DISCURSO DE CAMPANHA

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OPINIÃO:  Como diz o ex-deputado Eduardo Cunha: “Ao fim do dia 4, teremos a exata noção do que vai rolar para a próxima campanha eleitoral, onde governadores renunciarão para serem candidatos, candidatos a eleições majoritárias definirão seu destino, listas fortes ou fracas serão formadas, possíveis novos candidatos a presidente serão definidos. Enfim, o jogo estará pronto para ser jogado”.

DIFERENÇAS: O Fundo Eleitoral é destinado aos partidos em anos eleitorais para bancar as campanhas de seus candidatos, como viagens, cabos eleitorais e material de divulgação. Já o Fundo Partidário abastece os partidos mensalmente para custear as despesas (energia, água, aluguel). É produto de mistura de verba pública e doações privadas (dotações orçamentarias da União, multas e outros recursos da Lei 9.096/95)

CERTO? A incoerência na política é vista como uma dança de ziguezagues, onde os interesses pessoais superaram os princípios éticos, tornando a memória curta e a contradição aliados habituais do político. É marcada por alianças pragmáticas entre ex-adversários, mudanças de postura ideológica para chegar ao poder, além de promessas não cumpridas.

QUESTÃO: As reivindicações salariais de parte dos servidores públicos, podem representar um novo fator no quadro sucessório? Nesta semana, quem esteve na Assembleia Legislativa pode constatar manifestações contrárias ao anunciado índice de 3,81% de aumento salarial. Entre ativos e inativos temos hoje 86 mil servidores.

É CEDO? Num ano de eleições, com novas regras e outros fatores que até poderão alterar os prognósticos iniciais, não seria prematuro admitir que o ‘fator bolso’ não pode ser desprezado. Hoje, o descontentamento já serve de munição para adversários em seus discursos no parlamento estadual. Por sua vez, o Governo é cauteloso nesta tratativa.

‘CALMA’:  Para os observadores, o Governo precisa e deve olhar o Estado como um todo, sem deixar de medir o tamanho de seu lençol.  A crítica – ao longo da história do Mato Grosso do Sul, não perdoou nenhum de seus governantes. Começou com Harry Amorim, sacrificado em nome dos interesses de lideranças políticas. Lembro bem.

NA LISTA:  Marcelo Miranda, Pedro Pedrossian, Wilson Martins, Ramez Tebet, Zeca do PT, André Puccinelli e Reinaldo Azambuja –  cada qual com seus méritos e nem por isso passaram intocáveis em matéria de críticas pelos funcionários. Em ano eleitoral, a questão financeira aflora e ganha prioridade nas falas oposicionistas. Como se diz: faz parte.

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GOVERNABILIDADE: Um deputado lembrando que em 2023 o reajuste geral anual foi de 5% – em 2025 foi de 5,06%, sem romper o limite prudencial imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Esse reajuste de 3,81% terá um impacto R$353,5 milhões em 2026 – C$ 473,5 milhões em 2027 e R$490,1 milhões em 2028.

‘VOLEIBOL’: Vai ficando evidente a parceria branca entre o deputado João Catan (Novo) e os 3 integrantes do PT nas sessões da Assembleia Legislativa. Quando Catan faz observações críticas ao Governo, ganha apoio incontinenti dos colegas petistas e vice-versa. Lembra o ‘voleibol’, um jogador levanta a bola para o outro ‘cortar’.

APOSTA-1: Dando as costas para os números das pesquisas, há quem acredite nas chances de termos 2º turno nas eleições de MS. Duas expectativas: a primeira versa sobre o desempenho de João Catan como dissidente da direita; a segunda é sobre a candidatura de Fabio Trad (pelo PT), já fora dos quadros do Governo Lula.

APOSTA-2: No saguão da Assembleia Legislativa questiona-se muito sobre as chances e desempenho dos postulantes ao Senado: Contar, Nelsinho e Reinaldo. Esse último, aposta nos dividendos de sua política municipalista como governador; o segundo no fator ideológico (Bolsonarismo), e o segundo em suas ações (emendas) aos municípios.

APOSTA-3: Existe outro fator que não pode ser ignorado no resultado das urnas locais. Trata-se da influência do desempenho de Lula e de Flavio Bolsonaro devido a notória divisão de forças – direita e esquerda – no nosso eleitorado. Ainda paira dúvidas quanto ao nível de aceitação do nome de Flavio, que só o tempo poderá dizer.

ELES VEM AÍ:  O ex-deputado Jerson Domingos, ex-governador Puccinelli, ex-prefeito Odilon (Aquidauana), Hélio Peluffo (ex-prefeito de Ponta Porã), Raíza Matos (ex-prefeita de Naviraí); Ângelo Guerreiro – ex-prefeito de Três Lagoas – compõem um quadro de postulantes com currículos de peso. Fica a pergunta: quem sairia da Assembleia para dar lugar à eles?

‘TROCA TROCA’: Intensa na janela partidária. Paulo Duarte sai do PSB e vai para o PSDB; Jamilson Name, Lia Nogueira e Caravina permanecem no PSDB; Marcio Fernandes deixa o MDB para ingressar no Liberal; Renato Câmara troca o MDB pelo Republicanos; Lídio Lopes: ingressará no PP, Avante ou Patriotas; Beto Pereira saindo do PSDB para presidir o Republicanos. Marcelo Miglioli, deixando a prefeitura da capital para tentar uma suplência ao Senado; Barbosinha abandona o PSD rumo ao Republicanos.  O PL terá coronel David, Lucas de Lima, Paulo Corrêa, Zé Teixeira, Marcio Fernandes, Mara Caseiro, Neno Razuk.; Londres e Gerson Claro firmes no PP.

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EM TEMPO: Com o advento das federações partidárias aumentou a interlocução dos partidos dos estados com as respectivas lideranças nacionais. Como ainda estamos no prazo legal (janela) tudo pode acontecer até o dia 3 de abril. Só após, poderemos ter o quadro oficial das candidaturas nesta ou aquela federação. Isso se chama política.

ALERTA:  A intervenção desastrosa no leito do rio Mississipi (USA) precisa ser lembrada pelos defensores do idêntico processo no rio Paraguai para tentar ‘melhorar’ a navegação entre P. Murtinho e Corumbá. Aliás, o tema está na pauta da COP 15. Os impactos ameaçariam todo o Pantanal e as consequências ecológicas irrecuperáveis.

O RIO FEDE!  Nos últimos 30 anos o Estado do Rio apresentou vários casos que envolveram seus governantes. Moreira Franco (1987/1991) foi preso suspeito de corrupção, mas foi solto; Antony Garotinho acabou preso, a exemplo de Rosinha Garotinha por atos de corrupção; Sergio Cabral foi alvo de 184 acusações, condenado a 430 anos de prisão, está solto e virou colunista; Luiz F. Pezão foi preso ainda no cargo por corrupção e hoje é prefeito de Piraí; Wilson Witzel (ex-magistrado) também foi preso por envolvimento de corrupção. Para finalizar temos Claudio Castro, declarado inelegível pelo TSE. Enfim, visto de cima o Rio continua lindo. Visto de baixo, fede.

PILULAS DIGITAIS:

 “Não ficamos adultos, só ficamos bobos maiores. ” (Luiz F. Veríssimo)

A pergunta: quais ‘forças ocultas’ levaram Ratinho Jr. a desistir?

“Vamos lutar para que o caso Master chegue onde a Lava Jato foi impedida de chegar”. (Deltan Dallagnol – candidato ao Senado no Paraná)

“Na política, ninguém muda de rota sem motivo”. (na internet)

“O ódio e o fanatismo são duas doenças mentais que vêm da antiguidade e ainda nos atormentam”. (Amós Óz)

 “Os socialistas são contra o lucro. Os capitalistas são apenas contra o prejuízo.” (Millôr)

“O homem é a soma de suas obsessões”. (Nelson Rodrigues)

“60% dos brasileiros não confiam no STF e nos ministros. 40% não sabem o que é o STF”.

“Tenho que preservar minha imagem” – como diz o velho palhaço traçando uma linha sobre a boca sem dentes. (Millôr)

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