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AFOGAMENTO: Rapaz morre afogado em açude de fazenda

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Eduardo da Siva Almeida de 18 anos, morreu afogado neste domingo (22), em Amambai, a 360 km de Campo Grande. O corpo do jovem foi retirado pelo Corpo de Bombeiros Militar do açude de uma fazenda.

De acordo com o boletim de ocorrência, Eduardo estava acompanhado de outro jovem de 18 anos, eles são amigos e foram aproveitar a tarde quente para se banharem no açude localizado em uma fazenda na “Estrada do Chorro”.

Enquanto tomavam banho no açude, eles resolveram pular  de um barranco. O amigo de Eduardo pulou primeiro, em seguida o jovem pulou, chegou a nadar alguns metros e então começou a se debater e pedir ajuda.

O amigo contou à polícia que tentou ajudar, mas não conseguiu e então correu para casa e pediu ajuda do pai, que acionou o Corpo de Bombeiros para fazer o resgate.

Eduardo já estava sem vida quando os militares chegaram na fazenda. O corpo foi retirado da água e e encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) de Ponta Porã. O caso foi registrado como morte a esclarecer.

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CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

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Cidadania sem barreiras: Posto do Pátio Central vira referência nacional no atendimento a autistas

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Emissão de documento parece burocracia, mas para uma pessoa com autismo e sua família, o ambiente de um posto de identificação pode ser um campo de batalha sensorial: luzes fortes, barulho, filas e o toque da biometria. No coração de Campo Grande, o Governo de MS decidiu mudar essa regra.

O posto do Pátio Central, que lidera o volume de emissões no Estado (com mais de 134 mil documentos expedidos), celebra o sucesso da sala “Posto Amigo do Autista”. O resultado? Quase 20% de todas as Carteiras de Identidade Nacional (CIN) com símbolo de TEA em Mato Grosso do Sul saíram de lá.

Inclusão que vai além da placa na porta

O projeto não foi apenas “colocar um adesivo”. Com um investimento de R$ 82 mil via Sejusp, a estrutura foi desenhada para o que realmente importa:

  • Conforto Sensorial: Isolamento acústico e iluminação reduzida para evitar crises.

  • Previsibilidade: Recursos táteis e ambiente controlado para que o atendimento flua sem ansiedade.

  • Capacitação Humana: Servidores treinados para entender as particularidades do espectro, garantindo que a coleta da biometria seja concluída com sucesso.

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O fim das remarcações

Antes da sala adaptada, era comum que atendimentos para pessoas com TEA precisassem ser remarcados ou feitos em domicílio devido ao estresse do ambiente. Hoje, essas situações tornaram-se exceção.

“A emissão de um documento representa pertencimento e acesso a direitos. Quando o Estado adapta o serviço à realidade do cidadão, ele está garantindo o exercício pleno da cidadania”, destaca a gestão da Polícia Científica.

MS na vanguarda da Identificação

Com mais de 13 mil documentos emitidos em MS com algum tipo de identificação de deficiência, o TEA lidera as solicitações. O modelo do Pátio Central prova que eficiência (500 atendimentos/dia) pode — e deve — caminhar junto com a humanização.

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