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Equipe de transição tem 40% de mulheres

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Dos 129 integrantes anunciados até o momento para a equipe de transição do governo Lula 51 são mulheres. Este número corresponde a quase 40% dos nomes anunciados.Isso prova o quanto o empoderamneto fememnino tem sido uma realidade dentro das esferas politicas  temos grandes nomes despontando como verdadeiras lideranças em todo territorio nacional.

Gleisi Hoffmann – Coordenação de Articulação Política e Conselho Político
Janja da Silva – Coordenação de Organização da Posse
Luciana Santos – Conselho Político
Eliziane Gama – Conselho Político

Simone Tebet – Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Márcia Lopes – Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Tereza Campello – Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Bela Gil – Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Alessandra Orofino – Comunicações
Maria do Rosário – Direitos Humanos
Maria Victoria Benevides – Direitos Humanos
Margarida Quadros – Direitos Humanos

Maria Luiza Moura Oliveira – Direitos Humanos, subgrupo Infância
Isabela Henriques – Direitos Humanos, subgrupo Infância
Nina Lino Gomes – Igualdade Racial
Givânia Maria Silva – Igualdade Racial

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Ariele Franco -mulheres

Roseli Faria – Mulheres
Roberta Eugênio – Mulheres
Maria Helena Guarezi – Mulheres
Eleonora Menicucci – Mulheres
Aparecida Gonçalves – Mulheres

Iêda Leal – Igualdade Racial
Preta Ferreira – Igualdade Racial
Tatiana Conceição Valente – Indústria, Comércio e Serviços, subgrupo Micro e pequenas empresas

Esther Duek – Planejamento, Orçamento e Gestão
Andressa Pellanda – Educação
Macaé Evaristo – Educação
Maria Alice (Neca) Setúbal – Educação
Priscila Cruz – Educação
Rosa Neide – Educação

Teresa Leitão – Educação
Ana Moser – Esporte
Isabel Salgado – Esporte
Marta Sobral – Esporte
Nádia Campeão – Espor

Verônica Silva Hipólito – Esporte
Miriam Belchior – Esporte
Fernanda Batista – Esporte
Bruna Chaves – Juventude
Kelly dos Santos Araújo – Juventude

Nádia Beatriz Martins Garcia Pereira – Juventude
Sabrina Santos – Juventude
Ermínia Maricato – Cidades
Evaniza Lopes Rodrigues – Cidades
Maria Fernanda Ramos coelho- Cidades

Inês Magalhães – Cidades
Áurea Carolina – Cultura
Lucélia Santos – Cultura
Margareth Menezes – Cultura

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Ciência com alma: MS humaniza perícia para proteger mulheres e garantir punição de agressores

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De “Salas Lilás” no interior ao sucesso do IMOL na Casa da Mulher Brasileira, Estado investe em tecnologia e acolhimento para que a prova técnica não signifique dor para a vítima.

Muitas vezes, a justiça começa onde os olhos não alcançam: no detalhe de uma mensagem apagada, em um vestígio de DNA ou na análise precisa de um médico-legista. Em Mato Grosso do Sul, a Polícia Científica elevou o patamar da produção de provas, provando que é possível ser tecnicamente impecável e, ao mesmo tempo, profundamente humano.

O foco é claro: combater o feminicídio e a violência doméstica com rigor científico, mas garantindo que a mulher não precise percorrer uma “via-crúcis” para ter seus direitos assegurados.

O fim da “peregrinação”: Tudo no mesmo lugar

Um dos maiores avanços do estado é a integração. Em Campo Grande, a seção do IMOL dentro da Casa da Mulher Brasileira completou três anos com números que impressionam. Em 2025, foram mais de 1.500 atendimentos realizados no mesmo espaço onde a mulher recebe apoio jurídico e psicológico.

O resultado? Menos deslocamento, menos burocracia e um atendimento muito mais rápido entre o fato e a coleta da prova.

Interiorização do Acolhimento: Salas Lilás e Projeto Acalento

A estratégia de humanização não fica restrita à capital:

  • Dourados: O Projeto Acalento (parceria com a UFGD) une saúde e perícia em um único fluxo.

  • Amambai: A nova Sala Lilás oferece um ambiente reservado e acolhedor, reduzindo o impacto psicológico antes do exame.

  • Bataguassu: Unidade já passa por adequações para receber estrutura semelhante.

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“Nosso trabalho não é só o laudo”

O coordenador-geral de Perícias, Nelson Fermino Junior, resume a nova mentalidade da segurança pública de MS: “Exigimos preparo técnico, mas também sensibilidade. Isso garante a qualidade da prova e evita a revitimização”.

Além da infraestrutura, o Governo investe na capacitação contínua dos servidores do IMOL em todo o estado, preparando-os para lidar com as nuances dos casos de violência de gênero, onde muitas vezes o silêncio da vítima é preenchido pela voz da ciência

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