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MS inicia campanha de vacinação contra poliomielite; imunização vai até 14 de junho

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O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), promove até 14 de junho a Campanha de Vacinação contra a Poliomielite. O Estado tem público-alvo estimado em 245.726 crianças e já disponibilizou as doses para vacinar 100% da população dos municípios. Houve treinamento das equipes municipais para execução da estratégia nos territórios.

A ação visa ampliar a cobertura vacinal e, por isso, é primordial a participação de todas as crianças menores de cinco anos de idade. Para a imunização os pais devem levá-las a uma UBS (Unidade Básica de Saúde) do seu município com a caderneta de vacinação.

A poliomielite, doença infectocontagiosa aguda, é caracterizada pela contaminação pelo poliovírus que pode causar paralisia muscular dos membros inferiores, de forma assimétrica e irreversível. Em casos graves, ela pode evoluir a óbito, sendo a vacinação a principal forma de prevenção.

Para Frederico Jorge Pontes de Moraes, gerente de Imunização e Doenças Imunopreveníveis, a estratégia de vacinação é fundamental para a redução do risco de reintrodução do poliovírus no Brasil, que se encontra eliminada no país desde 1994.

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“A poliomielite traz complicações graves ao longo da vida. Entretanto, graças a vacinação a doença foi freada no Brasil. Como ainda há circulação do vírus em outros países, é fundamental que mantenhamos o alerta”, afirma.

A expectativa é imunizar 95% das crianças entre um e menores de cinco anos de idade. No ano de 2022, última campanha nacional, Mato Grosso do Sul alcançou 73,95% da meta, de acordo com o Painel de Monitoramento da Coberturas Vacinais do Ministério da Saúde.

Atualmente, o país está em processo de transição para a substituição das duas doses de reforço da vacina oral poliomielite (VOP) para um reforço com vacina inativada poliomielite (VIP). A previsão é de que a medida seja adotada no segundo semestre de 2024.

As crianças menores de 1 ano de idade deverão ser vacinadas conforme a situação vacinal encontrada para o esquema primário (três doses da VIP – Vacina Inativada Poliomielite), e as crianças de 1 a 4 anos deverão ser vacinadas indiscriminadamente com a VOP (Vacina Oral Poliomielite), desde que já tenham recebido o esquema primário com VIP.

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Marcus Moura, Comunicação SES
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Nova arquitetura e conceito: Governo apresenta aos deputados expansão da infra e desafios da saúde em MS

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A nova arquitetura da saúde regional, com avanços na regionalização da atenção hospitalar de Mato Grosso do Sul, uma das prioridades do Governo do Estado, com melhorias na entrega final, que vai beneficiar a população nos 79 municípios, bem como a proposta de uma PPP (Parceria Público Privada) no HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), foram apresentadas aos deputados estaduais na manhã desta quarta-feira (4), na Assembleia Legislativa, pelo governador Eduardo Riedel e pelos secretários Maurício Simões (Saúde) e Eliane Detoni (Parcerias Estratégicas).

“Este é um momento da maior importância para nivelar o conhecimento, tirar as dúvidas, pois algumas informações divulgadas não estão vinculadas aos fatos. O projeto foi estudado com muito critério, estamos há dois anos mergulhados com todos os indicadores desse processo para nos dar subsídio, para poder construí-lo. A gente acredita que esse conhecimento deu o embasamento para o projeto”, explicou o governador, ao detalhar planos e especificidades das melhorias na saúde pública estadual.

Para melhorar a situação hospitalar atual, com foco no crescimento da demanda futura, o Governo do Estado estabelece um “novo cinturão da saúde”, levando em consideração a capacidade de atendimento de cada unidade – média e alta complexidade. O objetivo principal é a melhoria do serviço prestado ao cidadão.

“A atenção hospitalar é parte da assistência à saúde. Mas é uma parte muito importante e que nós temos carência de leitos, principalmente hospitalares de alta complexidade. E ali é que entra, então, a parceria público-privada do hospital. E tudo começou com o plano diretor de regionalização da saúde no Estado. Nós procuramos considerar inúmeros indicadores de cada município e região, para que a gente pudesse acompanhar as mais fortalecidas”, explicou Simões.

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A PPP do HRMS, que faz parte do projeto de regionalização da atenção hospitalar no Estado, prevê a expansão da infraestrutura com impacto direto nos indicadores de saúde, principalmente o aumento na produtividade com previsão de crescimento de 96% das internações, que podem passar de 1,4 mil para mais de 2,7 mil por mês. Também existe a expectativa de economia de 35% por internação, além de aumento de leitos que vão passar de 362 para 577.

“O que a gente pretende sempre é melhorar a prestação de serviço público para o cidadão e, nesse caso, para que a gente consiga manter um atendimento 100% SUS, gratuito e universal. Então, é bom a gente deixar claro que o Hospital Regional, ele se mantém gratuito”, disse a secretária especial de Parcerias Estratégicas, Eliane Detoni.

Todos os serviços não assistenciais, chamados de “bata cinza” serão executados pelo futuro parceiro privado, como nutrição, limpeza, lavanderia, manutenção predial, e tudo que envolve o funcionamento físico e estrutural do hospital – apoio médico, administrativo, fornecimento de insumos, recepção, portaria, entre outros.

“Nosso desafio é planejar uma estratégia hospitalar hierarquizada e regionalizada para o estado de Mato Grosso do Sul. E isso é resultado da complexa interação de processos econômicos, políticos e sociais. E a gente fez isso sem esquecer que o Estado está passando uma Rota Bioceânica e Rota da Celulose, dois processos de desenvolvimento muito importantes”, disse o secretário da SES (Secretaria de Estado de Saúde.

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Além de terem oportunidades de tirarem dúvidas sobre o projeto de regionalização e também sobre a PPP do HRMS, os parlamentares destacaram a competência do projeto apresentado, e elogiaram o modelo de atenção à saúde proposto com vista na melhoria do serviço prestado ao usuário.

“Momento importante para os deputados apreciarem a proposta, fizemos essa proposição ao Executivo e hoje agradecemos a apresentação. Entendemos que é um projeto estruturado e muito bem estudado, com critérios”, disse o presidente da ALEMS, Gerson Claro.

Macrorregiões

Como parte do projeto de regionalização, as macrorregiões do Cone Sul – Hospital Regional de Dourados -, Costa Leste – Hospital Regional Magid Thomé (Três Lagoas) – e do Pantanal – onde será construído um hospital em Corumbá -, além de Ponta Porã e Campo Grande, também terão serviços e leitos expandidos nos próximos anos, intensificando oferta de cirurgias e exames de média e alta complexidade.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende

ATENÇÃO: confira aqui o pack imprensa com as imagens da reunião com os deputados

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